Uma startup nasce para resolver problemas

A opinião é de Solange de Almeida, conhecedora do tema por experiência própria e painelista do próximo Encontro Cionet

Uma startup nasce para resolver problemas. Seus criadores têm que ter em mente de que forma seu produto irá resolvê-lo e pensar nas mudanças do entorno. A definição é de Solange Barbosa de Almeida, fundadora da startup Ktalise Tecnologias and Flixplay, uma das painelistas do próximo Encontro Cionet sobre “A nova organização: de startup à governança digital”, no dia 10 de abril, no auditório do Cubo, em São Paulo. Solange tem experiência com startups desde que foi uma das responsáveis pela vinda da rede Cinemark para o Brasil, na década de 90, com um projeto inovador multisalas e como CIO da rede introduziu o pagamento do ingresso com cartão, entre outras novidades.

Dez anos depois, já em outra empresa, esta da área de logística, encontrou um grupo de amigos que estava trabalhando com tecnologia assistiva, voltada a atender portadores de deficiências ou necessidades especiais. E por meio de uma parceria com a Universidade Carlos III, de Madri, começaram a desenvolver aplicativos como áudio descrição para salas de cinema. “Ele escuta por meio do aplicativo que descreve as imagens que passam na tela”, explica. Um outro faz uso de Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Ela destaca que  atender esta demanda já é lei na área de entretenimento e os exibidores irão distribuir equipamentos como tablets onde rodarão os aplicativos.

Para Solange, uma startup tem que provar logo a que veio, ela pode ousar. “Os projetos são curtos e o que o mundo corporativo tem que enxergar é a facilidade que a startup tem. Abrir a cabeça, pensar fora da caixa e mudar os parâmetros”, completa. O Encontro do dia 10 será das 8:30 às 12:00 e a sede do Cubo fica na rua Casa do Ator, 919. As inscrições podem ser feitas no link: https://goo.gl/Zd4dmb

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